Venha compartilhar um pouco do trabalho que realizo como historiador e professor da cidade de Cotia. Mergulhe no passado das pessoas que construiram este lugar, recorde fatos marcantes que deram identidade cultural a esta cidade.

quinta-feira, 26 de março de 2015

CHATO DE GALOCHA


Quem não conhece alguém chato? Obsessivamente chato! Espere um pouco antes de classificar alguém. Antes, responda a esta pergunta: você tem algum tipo de comportamento em você que considera chato? Penso que não estamos livres de ter algum tipo de chatice. Às vezes tão chato que não nos aguentamos.  Agora, chato mesmo é aquele sem noção, que não lhe vê há muito tempo e diz sem nenhum pudor:nossa você está tão velho(a)! Nossa como você engordou! É tão sem noção que insiste em ser desagradável com assuntos tão delicados a nós. Risos!

E aquele chato que sempre precisa se autoafirmar. Quando você está expondo um pensamento, ou fato acontecido, ele se mete e diz sem nenhum constrangimento que com ele aconteceu o mesmo, e sai com uma história para dizer que saiu melhor que todo mundo. E aquele chato que, quando alguma coisa não dá certo, ele que tem aquela frase pronta: eu não disse que não ia dar certo. Chatíssimo esse tipo de comportamento!Sempre quer estar por cima e melhor que os outros. Esse tipo de chato tem uma dificuldade de ouvir o que o outro tem a dizer. Esse tipo de comportamento é de gente egoísta,que acha que tudo tem que estar sob seu domínio.

Esse chato egoísta tem um discurso,sempre no coletivo: nós estávamos, fomos... usa desse artifício de linguagem para esconder o quanto é egocentrista. Chato mesmo é aquele repetitivo. Fala uma coisa um monte de vezes e não percebe. E ainda pergunta:você entendeu? E repete tudo de novo. Na verdade, o chato de galocha tem autoestima muito baixa. Tem complexo de rejeição. Talvez uma forma de lidar com suas questões emocionais é acentuando suas chatices.


Que chato!